A evolução do contador: de guarda-livros à consultor de negócios

 

A evolução do Contador: de guarda-livros à consultor de negócios

A contabilidade sempre teve um papel fundamental para o progresso da economia nacional. Mas, para entendermos a evolução do contador no Brasil, vamos, inicialmente, fazer um pequeno tour sobre a história da contabilidade brasileira.

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Apesar de os primeiros sinais de registros contábeis serem datados do ano 8.000 a. C., no Brasil, a contabilidade surgiu no início do século XX, com a inauguração da Escola de Comércio Álvares Penteado, em 1902.

Entre os anos 1950 e 1960, os contadores e profissionais contábeis no Brasil eram conhecidos como guarda-livros, tendo mais reconhecimento a partir dos anos 1970, quando a expressão tornou-se obsoleta. Muitos profissionais que começaram a trabalhar nesse período devem lembrar das fichas tríplices, das cópias de diário em gelatina, dos sistemas Ruff e Front Feed que as pequenas e médias empresas possuíam na época e, claro, da papelada infinita empilhada sobre a mesa.

Na década de 1980, começaram a surgir os primeiros microcomputadores e sistemas de troca de informações. Foi o início da revolução nas contabilidades! Havia mais velocidade e exatidão em seus números, mas a pilha de papéis continuava sobre as escrivaninhas.

A década de 1990 foi um salto para os escritórios contábeis. Com sistemas de gestão de empresa, também conhecido como ERPs, mais sofisticados, as contabilidades começaram a ter cada vez mais importância estratégica e passaram a exercer um papel mais efetivo no dia a dia de qualquer empresa.

Tudo é digital, menos a digitação de documentos

Muito mais ativos e participativos nos processos financeiros e legais dos clientes, hoje os escritórios de contabilidade vivem uma outra realidade. Porém, algo que ainda não mudou e que acaba tomando muito tempo dos contadores brasileiros são os processos manuais. Podemos perceber que a profissão do contador evoluiu, e muito, durante todos esses anos, mas a pilha de papéis e a mão de obra continuam sendo praticamente as mesmas.

O que notamos é que, mesmo com tantas tecnologias, os escritórios contábeis ainda são um pouco resistentes quando o assunto é a automatização de processos.

Muitas automatizações já ajudam os escritórios a realizarem os fechamentos contábeis de seus clientes, como a obtenção e a importação das notas fiscais de saída, que podem ser feitas a partir do site do governo. Entretanto, o problema continua sendo os inúmeros documentos que passam pela recepção e expedição da contabilidade e que, mesmo tendo sido digitados pelos clientes, precisam ser novamente digitados e lançados no sistema da contabilidade.

Sem contar o recebimento de lançamentos feitos no Excel ou dados exportados de sistemas desktop que não integram com o sistema contábil, entre outros fatores que atrasam os processos do contador — além de que redigitar é uma atividade de baixo valor agregado.

O uso de tecnologia, então, deveria ser um item estratégico para os escritórios. Sem tecnologia não há como crescer de forma sustentável ou até mesmo escalável. Sem tecnologia, os escritórios contábeis não conseguem ser mais produtivos.

Integração contábil e ganho de produtividade

Algo que era visto como tendência, mas já é realidade, são as ferramentas de integração contábil. A ContaAzul, por exemplo, desenvolveu uma plataforma para revolucionar a forma como os escritórios contábeis encaram essa realidade.

Nossa ferramenta é capaz de reduzir toda a digitação da movimentação financeira — que, segundo nossas pesquisas, leva em média 2 dias inteiros de trabalho para cada cliente — para apenas 15 minutos (e com o uso tende a levar segundos). Dessa forma, o sistema proporciona produtividade e libera mais tempo para o contador investir em atuar mais como consultor do cliente e aumentar suas chances de sucesso. Conheça!

O cenário ideal que devemos presenciar no universo contábil é o de contadores não apenas focados nos processos tradicionais de sua contabilidade, mas exercendo um papel muito mais presente na vida do pequeno empresário, tornando-se verdadeiros conselheiros na gestão do seu cliente e aumentando as chances de ele ter sucesso — já que quase 50% fecham em menos de 3 anos devido à falta de gestão, segundo pesquisa do Sebrae.

Infelizmente, vemos poucos escritórios indo nesta direção, na qual a tecnologia passa a ser um fator estratégico, como aconteceu com os bancos. Você consegue imaginar os bancos crescendo e a economia globalizada se as compensações e as transações bancárias ainda fossem feitas de forma rudimentar?

Consultor de negócios: o nobre papel do contador

A tendência dos escritórios contábeis mundiais é se inserir cada vez mais no meio digital, diminuindo os processos manuais por meio de automatizações. A profissão do contador continuará evoluindo, deixando para trás o estigma de “o cara do imposto” para se tornar, cada vez mais, um consultor de gestão, tendo grande influência nas decisões estratégicas de seus clientes.

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E você, contador, diante dessa linha do tempo, em qual etapa você se vê nesse processo evolutivo? Conte conosco para auxiliá-lo a ter mais produtividade e ser, cada vez mais, um consultor de negócios!

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